Campanha solidária • Contribuição via PIX
12 anos servindo como bombeiro

Adriano passou anos correndo para ajudar outras pessoas. Hoje, ele precisa de ajuda para voltar a ficar de pé.

Depois de perder as duas pernas, a rotina mudou completamente. A campanha busca tornar possível uma prótese que devolva mobilidade e permita que Adriano esteja mais perto do filho quando cada segundo importa.

Escolha apenas um valor que seja confortável para você. Toda contribuição soma.

Adriano em dois momentos: quando atuava como bombeiro e atualmente em uma cadeira de rodas
De bombeiro por 12 anos a uma nova luta por mobilidade.
R$ 17.845arrecadados até agora
37% da meta
Meta da campanhaR$ 48.500
A história do Adriano

Um homem acostumado a socorrer pessoas precisou reaprender a própria rotina.

Adriano foi bombeiro por doze anos. Entrou aos 27 e saiu aos 39, depois de voltar de um plantão sem as duas pernas.

Desde então, a vida da família passou a caber em uma rotina muito diferente. A renda vem de um benefício e do que Adriano consegue ganhar consertando ventiladores, ferros e liquidificadores na mesa da cozinha.

Renata, sua esposa, foi quem começou a avisar a vizinhança que ele fazia pequenos consertos. Foi a forma que encontraram de seguir em frente e manter a casa funcionando.

O problema não é falta de força ou de vontade. É que, sem as pernas, poucos metros dentro de casa podem se transformar em uma distância enorme.
Contribuir com a campanha
Adriano sentado no chão da sala, ao lado de sua cadeira de rodas

Adriano em casa, ao lado da cadeira de rodas que passou a fazer parte da rotina.

Por que a prótese importa

Não é apenas sobre andar. É sobre recuperar presença, alcance e autonomia.

A prótese representa a possibilidade de diminuir as barreiras que hoje existem dentro da própria casa.

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Mais autonomia

Levantar e se deslocar com mais independência pode mudar tarefas simples da rotina.

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Mais mobilidade em casa

Ambientes que hoje exigem cadeira, transferência ou esforço no chão podem se tornar mais acessíveis.

♥

Mais perto do Theo

Para Adriano, mobilidade também significa conseguir chegar ao filho com mais rapidez quando ele precisa.

O momento que mostrou a urgência

Às vezes, três metros são longe demais.

Theo, o filho mais novo de Adriano, tem seis anos e convive com uma condição rara desde os sete meses. Segundo a história da família, as crises podem acontecer sem aviso e ele não pode ficar sozinho.

Em uma sexta-feira, Theo teve uma crise a poucos metros do pai, na sala. Adriano saiu da cadeira, caiu no chão e se arrastou para tentar chegar até ele. Renata veio correndo da cozinha e chegou primeiro.

Esse episódio resume o que a família enfrenta: Adriano continua com a mesma disposição para cuidar do filho, mas hoje a distância impõe um limite que ele quer superar.

Faça parte desta caminhada

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Não existe valor pequeno quando muitas pessoas ajudam juntas. Escolha somente o que fizer sentido para você.

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Mensagens de apoio

Apoio da comunidade nas redes sociais e também de quem visita esta página.

R
Rafael Menezes

Feito. Força, guerreiro 🙏

2 h
S
Sandra Lima
Instagram

Chorei aqui. Já fiz minha parte 💚

1 h
M
Marcos Vieira

Bombeiro é herói. Tá feito, irmão.

54 min
J
Juliana Rocha
Instagram

Que família guerreira. Compartilhando 🙏

47 min
A
Antônio Ferreira

Contribuí. Esse pai merece 👏

39 min
P
Paula Andrade
Instagram

Feito com carinho. Espero que consigam logo.

28 min
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Quero ajudar Adriano